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Família diz que o verdadeiro motivo de idoso morar na rodoviária de Paulo Afonso é outro; saiba qual

 


Mareleide (sobrinha de seu Antônio) e dona Vitorina (Vitinha, 87 anos – irmã de seu Antônio) – Foto: PA4.COM.BR
Depois da matéria veiculada aqui no PA4, mostrando o senhor Antônio, 91 anos, pernambucano de Tacaratu, morando na rodoviária, maltrapilho e maltratado, e antes mesmo disso, a repercussão nas redes sociais; algumas pessoas chegaram a pensar que se tratava de abandono e descaso da família (VEJA AQUI).

 

Contudo, na mesma matéria, colocamos um áudio de uma funcionária da prefeitura de Tacaratu, explicando que não era bem assim. E nesta quarta-feira 04, a família de Antônio, que mora em Glória-BA, dona Vitorina (Vitinha, 87 anos) e Marileide, irmã e sobrinha, respectivamente, nos procuraram para confirmar o que disse a funcionária e dar mais detalhes da vida dele.

 

“O seguinte é que ele recebe o pagamento dele e não quer ajudar a família para comprar a alimentação dele, comprar roupa, nem higiene, pega as coisas do lixo para usar, como banana do lixo, tudo o que não presta ele está usando. Então eu não quero ver meu irmão com 91 anos jogado na rua, mas ele não quer combinar com a família, família nenhuma vai aceitar a pessoa que ele é”, disse dona Vitinha.

 


Seu Antônio de 91 anos. (Foto: PA4.COM.BR)
Vitinha foi além, disse que seu Antônio mentiu à reportagem e que ele vive aqui há 6 anos, e não há três meses: “Eu vim com a verdade e não com mentira”.

 

Segundo a sobrinha, a família também tentou uma vaga na Casa de Repouso Vicentinos, ocorre que lá também é preciso que se dê uma ajuda para a manutenção do idoso, que pode ser administrada totalmente pela Casa ou em parceria com a família, e seu Antônio não aceita de jeito nenhum, afirma a família.

 

“Já existe o cadastro dele aqui no CRAS, e eles tentam já alguma tempo tirá-lo da rua, mas ele não aceita para não abrir mão do cartão”, reforçou a sobrinha.

 

Dona Vitinha pediu encarecidamente que ao CRAS e à Secretaria de Assistência Social, que ajudem a família a convencê-lo a sair das ruas, ir para casa. “É meu irmão, eu quero cuidar dele, não queria que ele ficasse nas ruas.”

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